Até quando?

Abril 5, 2008

Sim,

Definitivamente

não.

É mais.

Muito mais, do que o coração,

o meu,

consegue levar.

Fatigado ele está;

de à toa bater,

bater;

só o silêncio ensurdecedor responder.

Se vc, não tem mesmo nada a me dizer,

diga.

Eu preciso só te saber.

Nada anda.

Exceto o tempo, que nunca pára.

Enquanto isso, esperas de mim,

espero por ti.

E vamos esperando.

Até quando

esperaremos a felicidadenosbeijar?

Delicate.

Entry Filed under: Confissões-confusões, Florescência, Poesia. .

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Florescência

Se do mesmo modo que pode-se abrir o peito: pele, músculos e ossos, até o vermelho e nú coração arquejante, pudesses abrir meu ser: sonhos e medos, até a alma nua e palpitante, encontrarias um lugar escuro e úmido, com cheiro de terra molhada pela chuva. Ali, na terra fértil de minha alma chão lançou o semeador sementes de sonhos que brotaram rompendo a superfície da pele. Delicados botões que estão quase a florir, na ponta de retorcidos galhos de hera, pois já espia colorida a primavera, por sobre o ombro castanho do inverno. ♥ Lenise Marques

No meu jardim~*

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Delicadezas~*

 

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